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quarta-feira, 15 de janeiro de 2025




 


A Maior das Passarelas
(Maracanã - 11.08.1973)

A passarela do Maracanã  foi construída em tempo recorde sobre a Avenida Radial Oeste para facilitar o escoamento de torcedores em dias de jogos no Estádio Mario Filho. 
Realizada pelo DER - Departamento de Estradas de Rodagem, a passarela foi projetada em concreto armado protendido com 65 metros de comprimento, vão livre de 45 metros, 5 metros de largura, e 2 rampas nas extremidades com 70 metros (2 lances de 35 metros), interligando a Estação Derby Club ao Estádio do Maracanã. O custo final foi de Cr$ 800 mil.

Em 11 de agosto de 1973, o Governador Chagas Freitas inaugurou o que seria a maior passarela de pedestres do Estado da Guanabara.
No ano de 2013, a passarela foi demolida, como parte do projeto de obras para adequar-se á exigências da Fifa para a COPA de 2014.

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | AGCRJ - Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro / Jornal O Globo (Foto)

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domingo, 24 de novembro de 2024


 

Passarinho no Campus
(Maracanã  - 13.09.1971)

Registro da primeira visita de Jarbas Gonçalves Passarinho, Ministro da Educação (1969 - 1974), as instalações do Campus Universitário da UEG - Universidade do Estado da Guanabara.
Durante uma hora e meia, o Ministro conheceu as instalações da sede da reitoria, o campus Francisco Negrão de Lima e os institutos de física, química, biologia e geociências.  

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Fotógrafo Sérgio - Agência de Notícias - Arquivo Nacional (Foto)
Pesquisa: Acervo A Tijuca de Antigamente; Jornal Correio da Manhã - Edição 24056.
novembro 24, 2024   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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segunda-feira, 4 de março de 2024






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sexta-feira, 15 de abril de 2022



Rei no Campus
(Maracanã  - 25.03.1974)

Pelé chega na UEG - Universidade do Estado da Guanabara para noite de autógrafos do livro "Jogando com Pelé"


Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Acervo O Globo (Foto)

abril 15, 2022   Postado por Marcelo Ferreira em , , , , com Sem comentários
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022


 
Estação Mangueira
(Maracanã - Setembro de 1972)

A estação de trem da Mangueira foi a primeira a ser aberta, em 1869, pertencendo a espinha dorsal ferroviária da E. F. Dom Pedro II, que a partir de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil.

A região próxima ao Morro dos Telégrafos (chamado assim devido ao primeiro telégrafo aéreo do Brasil instalado ali), era uma das principais produtoras de mangas do Rio de Janeiro, tornando o batismo de Estação Mangueira inevitável.

Em 1937, quando a Estrada de Ferro Central do Brasil eletrificou seu primeiro trecho entre as estações Central e Madureira, foi inaugurada uma subestação elétrica bem próxima da estação. 

Em agosto de 2014, a Estação Mangueira foi fechada por ser muito encostada na nova plataforma da Estação Maracanã. A solução para os passageiros e moradores da comunidade foi a construção de uma passarela de 77 metros, ligando duas estações internamente pela plataforma 1 da estação Intermodal Maracanã até a plataforma da atual estação Mangueira/Jamelão.

Ao fundo da foto, em território da Grande Tijuca, um incêndio no bloco central de edifícios do Campus Universitário Negrão de Lima, da UEG- Universidade Estadual da Guanabara, registrado do outro lado da Estação Mangueira.

Curiosidade: 
- A estação de trem da Mangueira era a primeira parada após a Central do Brasil, originando o nome da Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira.


Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Gaúcho- Correio da Manhã (Autor) 
Pesquisa: Supervia; Estações Ferroviárias, ANPTrilhos; e Site da Mangueira.

fevereiro 16, 2022   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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sábado, 15 de maio de 2021


Faculdade Estacio de Sá
(Rio Comprido - 16.04.1970)

A postagem de hoje foge a nossa fronteira da Grande Tijuca, porém ė de extrema importância comentar sobre uma instituição de ensino muito frequentada pelos Tijucanos: A Universidade Estácio de Sá.

A Reitoria da Universidade Estácio de Sá divulgou no início de maio de 2021, o fechamento da unidade-sede João Uchoa, na rua do Bispo, que será transferida para a moderna unidade Maracanã - no antigo prédio da Golden Cross - na rua Moraes e Silva.

Em 1970, os representantes legais da Sociedade de Ensino Superior Estácio de Sá (SESES) encaminharam a Câmara de Ensino Superior do Conselho Federal de Educação um pedido de autorização de funcionamento da Faculdade de Direito Estácio de Sá, tendo como fundador, o magistrado João Uchôa Cavalcanti Netto, que surgiu com um projeto pedagógico próprio. 

Nomeada em homenagem ao primeiro governador geral da capitania do Rio de Janeiro, a Faculdade Estácio de Sá iniciou suas atividades num casarão na Avenida Paulo de Frontin, 226. No local, 80 alunos cursavam o ensino superior de Direito, enquanto os candidatos faziam o curso preparatório para o vestibular.
Com a criação de novos cursos, dois anos após sua fundação, se mudaram para o terreno da rua do Bispo, 83, e no ano de 1988 recebeu o título de Universidade Estácio de Sá.

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Jornal O Globo- Edição 23.11.1970 (Foto)
Pesquisa: Revista Dissertar (Ana Shirley de França Moraes), Edições O Globo, Blog Estácio 
 


maio 15, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , com Sem comentários
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quarta-feira, 10 de março de 2021


Bairro do Maracanã
(Maracanã - 1930)

Vista aérea do pacato bairro do Maracanã, assim chamado devido ao rio que desce do maciço da Tijuca e circunda a região.

Acima vemos o Derby Club, a segunda grande associação de turfe fundada no Rio, local utilizado para corrida de cavalos até o início dos anos 30.
Abaixo, o terreno onde seria construído o Hospital das Clínicas da Universidade do Brasil que deu origem a Favela do Esqueleto, após o fechamento do Prado Turf Club.

Atualmente, no local do Derby Club temos o Estádio "Maracanã" Mario Filho. 
E onde se instalou a Favela do Esqueleto, foi erguida a atual UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Carioca DNA (Foto)


março 10, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020


 

Instalação da rede de drenagem
(Maracanã  - Anos 60) 

Com certeza muitos já se perguntaram o porque do Campus da UERJ pernanecer sempre como uma ilha, enquanto todas as vias ao seu redor inundam de forma violenta nos grandes temporais de verão, notadamente a Av. São Francisco Xavier e a via de fronte ao Maracanã.

Todos sabem que a região sempre foi complicada, sendo o desague da água que vem pelas bacias dos Rios Trapicheiros, Joana e Maracanã, descendo pelos vales da grande Tijuca desde o Alto da Boa Vista, até encontrar a área de baixada, onde não só a UERJ está instalada, mas também o Maracanã, e boa parte da região dos Bairros do Maracanã e Praça da Bandeira, que formavam um mangal há muito tempo atrás.

A condição de salubridade da Favela do Esqueleto demonstrava bem a característica da região, pois vários trechos da favela eram construídos em palafitas.

Para contornar esse problema, os  engenheiros da Guanabara, além de promoverem o aterro de uma parte do terreno, criaram gigantescas galerias de águas pluviais para drenar não só o excesso das águas das chuvas como também dissecar um  pântano formado por um pequeno braço do Rio Joana que passava pelo local, além de conduzi-lo.

Podemos ver nessa imagem do acervo da universidade o tamanho de uma das galerias, comparando-a em relação a um operário que está caminhando por cima da estrutura recém concretada.

Fonte: Andre Decourt - Foi um Rio que Passou (Texto) | UERJ (Foto)


dezembro 28, 2020   Postado por Marcelo Ferreira em , , com Sem comentários
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quarta-feira, 15 de abril de 2020


Inauguração  
(Maracanā- 04.09.1962) 

O governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, inaugurou o novo trecho da Avenida Radial Oeste, ligando o Estádio do Maracanā à Rua Sāo Francisco Xavier, considerada a principal artéria de escoamento do trafego para a Zona Norte e subúrbios da Central. 

Na inauguração, Carlos Lacerda percorreu os 600 metros acompanhado do engenheiro Cravo Peixoto, secretários do Estado, parlamentares candidatos à Assembleia da Guanabara e dezenas de crianças da Favela Vila Sāo Jorge (ex Favela do Esqueleto). 

A passagem do novo trecho da Avenida Radial Oeste importou na remoção de 495 barracos da antiga Favela do Esqueleto, cujas famílias foram deslocadas para o conjunto residencial Nova Holanda, em Bonsucesso. 

Na solenidade de inauguração, uma fita simbólica foi cortada pela Sra. Beatriz Rodrigues, uma das mais antigas moradoras da Favela do Esqueleto. 

Nota: A Favela do Esqueleto, surgida em 1930, sofreu a primeira remoção na abertura da Avenida Radial Oeste, em dezembro de 1960. No ano seguinte, após as melhorias implantadas na favela pelo governo estadual, parte da favela, em comemoração às obras, mudou seu nome para Vila Sao Jorge. 


Fonte: Marcello Ferreira (Sob texto do “Correio da Manhã - Edição 21301/1962”, e “URBANIZAÇĀO SIM, REMOÇĀO NĀO - Dissertação de Pós graduação em Historia, de Juliana Oakim Bandeira de Mello (Texto) | Publicação nāo identificada (Foto)


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sexta-feira, 20 de março de 2020




Favela do Esqueleto 
(Maracanã – 13.05.1961) 

Logo após á construção do Maracanã, um terreno próximo ao estádio, foi invadido. 
Nele, havia um esqueleto de um hospital inacabado, que começou a ser construído na década de 30. 

Inicialmente, os barracos foram sendo construídos em torno do esqueleto, onde possuia o melhor terreno. 
Em poucos anos, a favela já era uma das maiores da cidade, possuindo barracões de madeira, barracos bem elaborados no estilo casa popular, barracos tipo apartamento dentro da estrutura abalada por incêndios, além de barracos em precárias palafitas na parte pantanosa do terreno, as margens do Rio Joana. 

Na foto, os barracos e o esqueleto com a linha férrea ao fundo. 

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Acervo O Globo (Foto)
março 20, 2020   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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