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segunda-feira, 3 de março de 2025


 

Bairro Neuza 
(Aldeia Campista - 1932)

"Casas modernas, acabadas de construir, aluga-se.
Rua D. Maria, 60 a 64 - Aldeia Campista."

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Anúncio Impresso Jornal A Noite - Edição 7501 / GoogleMaps 2024 (Foto)
março 03, 2025   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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segunda-feira, 23 de setembro de 2024



Fabrica Confiança
(Vila Isabel - 1980)

Visão aérea do Supermercado Disco Boulevard, ocupando o antigo complexo de 3 fábricas da Companhia de Fiação e Tecidos Confiança Industrial.
O portão principal era na rua Souza Franco, número 1, em Vila Isabel, apesar da fábrica estar colada no extinto bairro de Aldeia campista.
No lado esquerdo da entrada principal, havia um pavilhão próximo a um açude, separados apenas por um pequeno caminho.

Com a desativação da Fábrica Confiança e a canalização do rio Joana, o pavilhão e o açude foram demolidos para a construção do estacionamento do futuro mercado que se instalaria no local. E o pequeno caminho de terra se tornou a atual rua Piza e Almeida, interligando os bairros de Vila Isabel, Tijuca e Andaraí.
O estacionamento do outro lado da rua Piza e Almeida, onde havia o açude, só foi coberto em 1980. Atualmente, utilizado pelo Boulevard Shopping Car.

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | A Tijuca de Antigamente (Foto)

setembro 23, 2024   Postado por Marcelo Ferreira em , , , , , , , , , com Sem comentários
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quarta-feira, 27 de setembro de 2023


 

O Canal do Despejo
(Aldeia Campista -13.10.1967)

No fim da década de 60, o Rio Joana passou por obras destinadas a nova canalização na tentativa de acabar com as constantes enchentes na Tijuca e Vila Isabel. 
No embalo das obras, foi projetado uma avenida moderna (que se chamaria Avenida do Canal), começando na rua Barão de Mesquita até antiga Fábrica Confiança, com um belo canal ladeado por árvores e uma praça, valorizando a região e incentivando a construção de modernos edifícios.

O trecho mais complexo no caminho do novo leito, foi o extinto bairro Aldeia Campista: 6 casas foram removidas entre as ruas Silva Teles e Agostinho Menezes e mais 23 casas na rua Piza e Almeida, desalojando cerca de 50 famílias (aproximadamente 200 pessoas humildes e ex-operários da Fábrica Confiança, que moravam a mais de 30 anos no local).

As casas pertenciam ao complexo de Vilas Operárias da Fábrica Confiança, e ficaram de graça para os operários que não receberam indenização após a falência da mesma.

A Administração Regional propôs 3 alternativas: Criar uma cooperativa (rejeitada imediatamente), doar material de construção sem a mão de obra para aqueles que tivessem algum terreno (apenas 3 moradores se beneficiaram), ou um empréstimo de 15 milhões de cruzeiros antigos (porém ninguém tinha 2500 cruzeiros novos à vista e mais 150 cruzeiros novos por mês para pagar a prestação da casa nova).

Sem escolha, os moradores foram removidos para a Nova Cidade de Deus, em Jacarepaguá.


Na foto, moradores reunidos na véspera do despejo. Atualmente, a Praça Luiz Alves.


Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Correio da Manhã - BR_RJANRIO_PH/0/FOT/06758 (Foto)
Pesquisa: Edições do Jornal Correio da Manhã

setembro 27, 2023   Postado por Marcelo Ferreira em , com Sem comentários
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quarta-feira, 13 de outubro de 2021



Casas Operárias 
(Aldeia campista  – 17.04.1960)

Trecho da rua Maxwell, esquina com a rua Araujo Lima (à direita, fora da foto) e as casas do Complexo de Vilas Operárias da Fábrica Confiança. 

Sete anos depois, devido as obras de canalização do Rio Joana, muitas casas que estavam no caminho do novo leito foram demolidas.
Cerca de 50 famílias humildes (somando mais de 200 pessoas, entre crianças, idosos e ex-operários da Fábrica Confiança), tiveram que sair de suas casas onde moravam a mais de 30 anos e irem para a Nova Cidade de Deus.

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) |  Acervo Jornal Correio da Manhã (Foto) 
Pesquisa: Edições Correio da Manhã

 

outubro 13, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , com Sem comentários
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sábado, 26 de junho de 2021




Fábrica Confiança 1885 á 1965
(Vila Isabel / Aldeia Campista)

Uma breve história com imagens da antiga Companhia de Fiação e Tecidos Confiança Industrial.

Fonte: Página Rio de Janeiro, Ontem e Hoje (Pesquisa e Edição)


junho 26, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , , , com Sem comentários
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quinta-feira, 1 de abril de 2021

 



Rua Maxwell
(Aldeia Campista - Anos 50)

Construir vilas residenciais para seus operários, era uma prática muito comum das grandes fábricas no século passado.
Porém, com as obras de canalização do Rio Joana e reurbanização da Rua Maxwell, parte das casas da vila operária do lado direito foi demolida, assim como toda a construção baixa do lado esquerdo.

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Arquivo Nacional (Foto)



abril 01, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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segunda-feira, 29 de março de 2021



Trânsito Pandemônio 
(Aldeia Campista - 10.1967)

Com a interrupção das vias no entorno do bairro Aldeia Campista, em consequência da revitalização do Rio Joana, intensificou o tráfego nas ruas Araújo lima e Agostinho Menezes, em ambos os sentidos.

Essa medida, de caráter provisório, causou desconforto aos moradores das pacatas ruas, que pediram à direção do Departamento de Trânsito uma solução para o fim dos engarrafamentos, implementando o sistema de mão-única em ambas as ruas, sendo uma para a subida e outra para descida.

A rua Agostinho Menezes foi a que mais sofreu com o pesado tráfego de várias linhas de ônibus, esboroando a pavimentação, danificando a canalização de água  e abalando as edificações, por se tratar de uma região aterrada para o processo de construções.

Após um mês de reclamações, os moradores provaram  ao diretor do Departamento de Trânsito, que o logradouro não tinha condições para movimento de veículos fora do normal, que prontamente suspendeu o tráfego na rua, deixando de herança 10 buracos com enormes vazamentos de água.
 
Na foto, o ônibus da linha 422 transitando pela estreita rua Agostinho Menezes, logo após a rua Goiânia, sentido rua Barão de Mesquita, registrado pelo Jornal Correio da Manhã no dia 31 de outubro de 1967.

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Arquivo Nacional (Foto)
Pesquisa: Edições do Jornal Correio da Manhã 22871 - 22876 - 22891.


março 29, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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quinta-feira, 25 de março de 2021



Órfãos do Rio Joana

(Aldeia Campista -14.10.1967)


Com as obras de canalização do Rio Joana, vieram as desapropriações de muitas casas que estavam no caminho do novo leito.

Uma dessas casas, localizada no número 357 da Rua Maxwell, foi o primeiro obstáculo das obras. Ela estava vazia e fechada a 4 meses, mas não podia ser demolida pois o proprietário não tinha recebido a devida indenização de 18 mil cruzeiros novos.

"Não posso entregar as chaves antes do recebimento do dinheiro". - lamentou o dono da casa, justificando: "Não quero penar como outros vizinhos, que entregaram as chaves e nada receberam."

Próximo dali, entre as ruas Silva Teles e Agostinho Menezes, 16 casas foram removidas. E mais 23 casas na rua Piza e Almeida, somando mais de 200 pessoas desalojadas, que moravam a mais de 30 anos no local.

As casas pertenciam ao complexo de Vilas Operárias da Fábrica Confiança, e ficaram de graça para os operários que não receberam indenização após a falência da mesma.

Muitos ex trabalhadores fabris tinham a esperança de receber, também, uma parcela da venda do terreno da antiga fábrica e lamentaram abandonar suas casas para realizar um benefício que tanto reclamaram: o fim das enchentes em suas residências.

Naquela parte do antigo bairro Aldeia Campista, denominada como um "trecho sombrio" pela administração regional, foi projetado uma avenida moderna (que se chamaria Avenida do Canal), um belo canal ladeado por árvores e uma praça, valorizando a região e incentivando a construção de modernos edifícios. 


Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Correio da Manhã (Foto)

Pesquisa: Edições do Jornal Correio da Manhã



março 25, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , com Sem comentários
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terça-feira, 23 de março de 2021


Canalização do Rio Joana
(Aldeia Campista -1967/2021)

Nessa ilustração, um pouco destorcida devido as diferenças de ângulos, da para termos a noção das casas que estavam no meio do caminho da reurbanização da Rua Maxwell margeado pelo novo traçado do Rio Joana.

As casas, no estilo arquitetônico industrial inglês do século XIX, pertenciam à uma das Vila Operarias da Fabrica de Fiação e Tecidos Confiança Industrial, localizadas na esquina com a rua Silva teles.

O conjunto arquitetônico da antiga fábrica, o Palacete e todas as casas do complexo da vila operária foram tombados somente nos anos 90.

Fonte: Marcello Ferreira (Texto e fotomontagem)


março 23, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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segunda-feira, 22 de março de 2021



Canalização do Rio Joana
(Aldeia Campista - 8.10.1967)

No fim da década de 60, o Rio Joana passou por obras destinadas a nova canalização na tentativa de acabar com as constantes enchentes na Tijuca e Vila Isabel. 

As obras foram realizadas morosamente com 180 operários divididos em 2 turnos, enfrentando grandes obstáculos e atrasando o cronograma.

O trecho do extinto bairro Aldeia Campista foi o mais complexo pois houve muitas desapropriações no novo traçado do canal. Cerca de 50 famílias humildes, ex-operários da Fábrica Confiança, tiveram que sair de suas casas onde moravam a mais de 30 anos. 

O governo estadual sugeriu a remoção de todos para a Nova Cidade de Deus, indignando os moradores pois muitos trabalhavam ou tinham filhos estudando próximo dali. 

A Administração Regional propôs 3 alternativas: Criar uma cooperativa (rejeitada imediatamente), doar material de construção sem a mão de obra para aqueles que tivessem algum terreno (apenas 3 moradores se beneficiaram), ou um empréstimo de 15 milhões de cruzeiros antigos (porém ninguém tinha 2500 cruzeiros novos à vista e mais 150 cruzeiros novos por mês para pagar a prestação da casa nova). 

Sem escolha, os moradores foram removidos para a Nova Cidade de Deus, em Jacarepaguá.

Após a conclusão das obras, parte da Rua Maxwell (desde a esquina com a rua Barão de Mesquita até antiga Fábrica Confiança) passaria a se chamar Avenida do Canal, o que acabou não acontecendo.

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Correio da Manhã (Foto)
Pesquisa: Edições do Jornal Correio da Manhã 


março 22, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021


Mapa da Grande Tijuca - Parte 2
(1899)

Em 1820, surgiu a Fábrica das Chitas, onde estampava tecidos de algodão vindos da Índia.
Nessa época, o Largo da Fábrica das Chitas nem de longe parecia uma praça. Na verdade, era apenas um espaço vazio, resultante do encontro da estrada do Andaraí Pequeno (Atual rua Conde de Bonfim), com a Travessa do Andaraí - também conhecida como rua da Fábrica das Chitas (atual rua Desembargador Isidro). 
O nome "Largo da Fábrica de Chitas" foi referência por muitas décadas, até ser reformada, renomeada para Praça Saens Peña e inaugurada em 1911.

Ligando a rua Desembargador Izidro com a rua Barão de Mesquita, no Andarahy Grande, temos a rua D. Affonso (futura rua José Higino).

As ruas planejadas pelo usineiro da cidade de Campos, Domingos Pereira Nunes, formam o bairro industrial Aldeia Campista. Em seu território, o bairro abrigava a Companhia de Fiação e Tecidos Confiança Industrial e suas vilas operárias, além do clube dos operários da fábrica.

No canto direito inferior, temos o Prado Itamaraty (Derby Club), criado em 1884, (Atual Maracanã), e o Turf Club, fundado em 1889, (Atual UERJ). 

Próximo a Pedra da Babylonia, temos o primeiro Colégio Militar do país, fundado em 1889, onde era o Palacete do Barão de Itacurussá, que foi comprado pelo Império, pelo preço de 220 contos de réis. E mais a frente, está localizada a Igreja São Francisco Xavier, construída inicialmente em 1567 pelos jesuítas, a beira do rio Trapicheiros.



Fonte: Marcello Ferreira (Texto com base no livro de @lili.rose.cruz); Jornal A Noite | Mapa Arquivo Nacional (Foto)


fevereiro 25, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , , , , com Sem comentários
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021


 
Mapa da Grande Tijuca - Parte 1
(1899)

Nessa parte do mapa tijucano, vemos um trecho da Tijuca, traçado pela rua Conde de Bonfim (Antiga Estrada do Andarahy Pequeno), seguindo para a futuro sub-bairro Usina. A marcação em vermelho indica o local das trocas das parelhas dos animais que tracionavam os bondes. O sub-bairro Muda ainda não existia, assim como a Praça Comandante Xavier de Brito, ajardinada somente em 1928.

Seguindo pela rua do Uruguay (atual rua Uruguai), nos conectamos à rua Barão de Mesquita (Ex-Estrada do Andarahy Grande), onde o bairro do Andaraí possuía meia dúzia de ruas enquanto o bairro do Grajaú, ainda era a Fazenda dos Cardosos. 
Somente em 1923, a Companhia Brasileira de Immóveis e Construções adquiriu a região, deixando a idealização do bairro projetado em mãos do Arquiteto  Antônio Eugênio Richard Junior.

Na parte inferior do mapa, temos um trecho do Andarahy Grande que foi transformado em Aldeia Campista, por Domingos Pereira Nunes, em 1897. Ali, encontra-se a recém Companhia de Fiação e Tecidos Confiança Industrial e suas vilas operárias, como a Villa Senador Soares.
Nota-se que a uma das ruas de acesso direto à fábrica chamava-se Avenida Salvador de Mattosinhos, atual rua Amaral.

Ao seu lado, o primeiro bairro projetado da região, Villa Isabel. 
Idealizado por João Batista Viana Drummond, o futuro Barão de Drummond, em 1871, após adquirir as terras da Imperial Quinta dos Macacos. Com o nascimento do bairro, a  Estrada do Macaco virou Boulevard 28 de Setembro. Ela cortava as terras da fazenda até a Estrada do Cabuçu, atual Barão do Bom Retiro. O trecho final foi renomeado para rua Visconde de Santa Isabel, onde se localizava o zoológico.


Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Mapa Arquivo Nacional (Foto)


fevereiro 24, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , , , , , , com Sem comentários
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021



Greve Operária 
(Aldeia Campista - 05.05.1930)

Um grupo de 150 operários mirins se recusou a iniciar sua jornada de trabalho, fazendo greve na porta da Fábrica Nacional de Vidros José Scarrone, na rua Gonzaga Bastos, número 218. Mesmo sendo um protesto pacífico, a presença policial foi requisitada.

Os menores trabalhadores alegaram que a redução nos salários tornou a renda insuficiente para a alimentação e passagem, já que todos moravam em lugares longínquos. E aproveitaram para denunciar os maus tratos que sofriam pelos mestres, que os espancavam por qualquer motivo.

Porém, a fábrica emitiu um aviso de redução de salários 5 dias antes: Quem ganhava 750 réis por hora, passaria a receber 500 réis; e aqueles que ganhavam 600 réis, passaria, a receber apenas 300 réis por hora.

Nesta mesma fábrica de vidros, trabalhou Geraldo Theodoro Pereira, soprador de vidros, que abandonou a função para aprender a tocar violão com cartola e virar sambista e compositor.


Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | A Noite (Foto)



fevereiro 01, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , com Sem comentários
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2021



Ação da Companhia de Fiação e Tecidos Confiança Industrial 
(30/06/1895)

“COMPANHIA DE FIAÇÃO E TECIDOS CONFIANÇA INDUSTRIAL 
Acção nº 28797
Acção de 200$000 mil réis
Ao proprietário d’esta ACÇÃO do valor de Duzentos mil réis, competem, como accionista da Companhia Confiança Industrial, todos os direitos e deveres especificados nos estatutos e na legislação especial das soiedades anonymas.
Rio de Janeiro, 30 de Junho de 1895”

-

“COMPANHIA DE FIAÇÃO E TECIDOS CONFIANÇA INDUSTRIAL
4ª EMISSÃO
De 13.000 accções do valor de 200$000 mil réis, cada uma, do Nº 18.001 a 30.000, ficando o capital elevado a R$ 6.000.000$000
A Companhia Confiança Industrial foi fundada nesta cidade do Rio de Janeiro aos 22 dias do mez de Abril de 1885.
As acções têm direito ás respectivas quotas de capital e aos dividendos que forem distribuidos nos termos da legislação e dos estatutos.
A reforma dos estatutos da Companhia foi registrada na Junta Commercial da Capital, em data de 19 de Abril de 1894, publicada no Diário Oficial de 21 de Abril de 1894, e archivadas no registro geral das hypotecas em 23 de Abril do mesmo anno.”

Fonte: Marcelo Ferreira (Texto) Levy Leiloeiro (Foto)
 


janeiro 25, 2021   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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segunda-feira, 13 de abril de 2020



O mesmo trecho, 1960 - 2019:




Rua Pereira Nunes 
(Aldeia Campista - 1960) 


Em 1897, Domingos Pereira Nunes loteou uma grande área entre a Tijuca, Vila Isabel e Andaraí Grande. Pertencente outrora à Freguesia do Engenho Velho, o bairro Aldeia Campista surgiu com a implantação da Fábrica Confiança e as vilas operárias ao redor. 

Conhecido como Campista, por ser ex usineiro da cidade de Campos, Domingos abriu as atuais ruas Adalberto Aranha, Ambrosina, Antônio Salema, Costa Pereira, Gonzaga Bastos, Padre Champagnat, Ribeiro Guimarães, Tomás Coelho e a via principal que levaria seu nome, Pereira Nunes. 

Embora não seja mais um bairro, a Aldeia Campista permanece viva na memória daqueles que vivenciaram todo o clima boêmio e proletário da época fabril, além de ser eternizada por Nelson Rodrigues (morador ilustre de uma casa simples do bairro, que se inspirou no cotidiano dos moradores que frequentavam uma praça não mais existente atualmente, para escrever “Engraçadinha” e a série “A Vida como ela é”). 


Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Saudades do Rio (Foto)


abril 13, 2020   Postado por Marcelo Ferreira em , , com Sem comentários
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sexta-feira, 27 de março de 2020


Supermercado Disco Boulevard 
(02/04/1989) 

 "Roteiro Econômico 
O PAPEL QUE MAIS RENDE NO MERCADO 

 Quem se preocupa com a economia, não perde o Roteiro Econômico nos jormais de domingo. Ele sempre traz centenas de produtos com preços baixíssimos, para garantir sua economia e valorizar as suas compras. Antes de aplicar o seu dinheiro, não deixe de consultar o Roteiro Econômico. O papel que oferece rendimentos inacreditáveis." 

 Fonte: Anúncio impresso no Jornal O Globo - Edição Matutina


março 27, 2020   Postado por Marcelo Ferreira em , , , , com Sem comentários
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quinta-feira, 26 de março de 2020


O mesmo trecho, passado e presente:


Rua Maxwell 
(Aldeia Campista – 11.1970) 

Num tranquilo trânsito da rua Maxwell, vemos um Rural Willys estacionado em frente a uma das Vilas Operárias da antiga Fábrica Confiança, um Volkswagen ‘Fusca’ trafegando sentido Centro, e ao fundo, um Ford Corcel 1 dobrando a direita na rua Silva Teles. 

No sentido contrário, um solitário DKV Vemaguet segue na pista próximo a um ciclista, ambos margeando o Rio Joana em direção ao Grajaú. 

Nessa época, a edificação da antiga Companhia Confiança Industrial, estava abandonada desde o seu fechamento pós-guerra, nos anos 60. O prédio só foi reativado 8 anos depois dessa foto, sendo arrendado por uma rede de supermercado. 

Para ver esta foto em resolução maior: Clique Aqui 

Fonte: Marcello Ferreira (Texto) | Arquivo Nacional (Foto)


março 26, 2020   Postado por Marcelo Ferreira em , , , com Sem comentários
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